Sobre Objetivos e Metas

“Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”

A frase épica de nossa ex-presidente inspira muita gente que não simpatiza com metas.

Eu gosto delas.

Acredito que não chego a ser “a louca das metas”, mas minha meta é chegar nesse título.  :p

Uma das minhas metas de viagem desse ano era Machu Picchu, porém havia quase desistido por uma série de mudanças que tive em minha vida, que acabaram por ser boas apesar de inviabilizarem alguns planos.

Por mais louco que possa parecer, eu acredito nisso: no poder que o Universo tem de pegar os desejos que a gente joga nele e abrir os caminhos para que se tornem realidade.

Assim foi com minha viagem a Machu Picchu em setembro/2017:  eu coloquei no papel final de 2016 esse desejo, e por mais que tudo parecesse contrário, “apareceu” uma passagem em promoção em cima da hora, que “coincidentemente” era no período que eu queria pois encaixava com minha agenda no trabalho, eu estava preparada financeiramente pois já tinha esse desejo para o ano… E eu fui!

Conhecer Machu Picchu (e outros lugares que visitei no Peru) foi uma das coisas mais lindas que aconteceram na minha vida até agora nesse ano e, SIM, eu acredito que aconteceu principalmente porque eu coloquei nas metas e me permiti deixar acontecer mesmo que diferente do planejado.

Separe um tempo consigo mesmo pra pensar no que você deseja. Hoje, ou durante essa semana, invoque seu senso de urgência, pare de adiar.

Permita-se definir objetivos e metas,  faça a sua parte e deixe a mágica da vida acontecer.

(E quando acontecer, me conta!)

 

Eu felizona em Machu Picchu: Mais uma meta atingida! 😀 

 

Abraços,

 

Mariely.

O que você faria se não tivesse medo?

Tenho pensado muito em quantos planos já adiei por MEDOS disfarçados de desculpas esfarrapadas que não convencem sequer a mim mesma. Dessas intermináveis reflexões (e de algum post bonitinho no Instagram) veio a questão: O que eu faria se não tivesse medo?

Vamos começar com o medo, segundo o dicionário (sou dessas):

me·do – substantivo masculino

1. Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaçareaishipotéticos ou imaginários. = FOBIAPAVORTERROR

2. Ausência de coragem (ex.: medo de atravessar a ponte). = RECEIOTEMOR ≠ DESTEMOR,  INTREPIDEZ

3. Preocupação com determinado fato ou com determinada possibilidade (ex.: tenho   medo de me atrasar). = APREENSÃORECEIO

Sendo um estado emocional que nos alerta para o perigo ou ameaça, um pouquinho de medo tem lá seus benefícios na vida da gente, pra que evitemos nos expôr a situações de extremo risco sem necessidade ou no mínimo, com proteção. O problema está justamente quando esses alertas surgem para perigos que existem apenas em nossa imaginação: aí está a face terrível do medo. Temos uma habilidade incrivelmente boa para criar situações imaginárias e nos privar de viver experiências lindas por medos incabíveis, absurdos, cuja probabilidade de que a situação temida ocorra é ínfima.

Essa ausência de coragem nos impede de realizar o nosso melhor, por receio de fracassar. Deixamos de sorrir, amar, nos doar, com medo de não sermos correspondidos. Isso é mais que perda de tempo, é perda de vida!

Quantas coisas a gente já deixou de fazer por medo de errar? “Ah, e se não der certo?” Vamos aprender com o erro. “Ah, e se eu cair? E se eu me machucar? E se eu encontrar alguém mal intencionado no caminho? E se meu chefe me repreender? E se meus pais não aprovarem? E se meus amigos se afastarem? E se eu me arrepender?”  Dá pra perceber que são milhares de suposições às quais teremos dúvidas eternas EXCETO se de fato tentarmos?

Minha estatística empírica aponta que 99% dos medos que temos são de coisas que nunca, JAMAIS, irão de fato acontecer. E são esses 1% que nos paralisam? Duvido. Não é o que a mesma pesquisa relata.

Se a gente parar pra pensar de verdade, com honestidade, sobre o que nos impede de realizar os nossos planos e sonhos, os medos de fracasso e/ou de julgamento por parte da família, amigos, sociedade estarão disparados nos #top3 motivos para continuar levando uma vida meia boca e sem sentido só por ser socialmente aceita.

A gente deveria lembrar todos os dias, olhando no espelho, que nossa felicidade é obra própria, única e individual. Se tiver sucesso ou fracasso, a única pessoa a quem deve explicações é você mesmo. Depois de se perdoar e seguir em frente – em caso de fracasso, ou de deitar e rolar em comemorações pelo sucesso, perceberá a dor ou a delícia de realizar o que viemos pra realizar nesse mundo.

Pra finalizar, vamos à coragem:

co·ra·gem – substantivo feminino

1. Firmeza de ânimo ante o perigoos revesesos sofrimentos.

2. [Figurado]  Constânciaperseverança (com que se prossegue no que é difícil de conseguir).

Observe que o medo é a ausência de coragem, mas o contrário não é valido.
A coragem não é ausência de medo. É a capacidade de continuarmos caminhando, mesmo com medo, em direção aos nossos maiores objetivos e sonhos. A coragem é ULTRAPASSAR a barreira do medo. Enxergar o medo e colocá-lo em seu devido lugar. IMPOR que sua vida não é regida por ele, e sim, que você é capaz de enfrentá-lo.
Que saibamos encarar nossos medos em busca do que desejamos, pois “as melhores coisas da vida estão do outro lado do medo”.
Inspiração:
Fonte:
By
@marythamara

Impressões sobre Berlim

Enormes construções históricas e modernas, os misturados velho e novo mundo, o idioma nada fácil de pronunciar (pelo menos pra mim!), grandes parques e monumentos, guerras polêmicas, grande poderio político e econômico fazem de Berlim uma cidade imponente e… difícil. Continue lendo “Impressões sobre Berlim”

Vivendo e aprendendo

Sabe todo aquele papo de autocontrole, autoconhecimento e amor próprio?
Pois é, eu não aprendi em casa e ninguém me ensinou na escola.

Estou tendo que aprender na marra. Na raça. Com a vida. Vivendo mesmo.
O famoso “vivendo e aprendendo.”

Do alto dos meus 29 anos estou aprendendo a engatinhar quando o assunto sou eu. Estou começando a lidar com meus próprios sentimentos, com as minhas luzes e sombras, compreender e amar cada partezinha da pessoa que sou hoje.

Pelo pouco que me conheço já consigo identificar algumas coisas que são adequadas ou não à minha vida. Mas é um exercício diário. É difícil de verdade.

Nem sempre eu estou confortável com quem sou.
Ora, se nem eu mesma aceito quem sou ou como sou, é possível imaginar a complexidade de conviver com outras pessoas e esperar que elas entendam esse emaranhado de pensamentos, sentimentos e ações que formam o meu eu.

Um grande aprendizado nessa jornada maluca que é viver foi entender que o melhor lugar onde posso permanecer é aquele em que consigo ser eu mesma.
Considero o maior aprendizado da minha vida até hoje.

Parece óbvio e bem fácil, não é mesmo?

Pois bem, pra mim é extremamente complexo.
Sinto uma necessidade de me adaptar às pessoas, aos locais, às situações. E o meu “me adaptar” fica um pouco distante de apenas conviver superficialmente; Geralmente me misturo por completo no ambiente e com as pessoas, tenho uma dificuldade enorme em manter a versão original de mim mesma.

Quando me percebo afastando minha essência, vários sentimentos ruins passam pelo meu corpo todo: começando pela tristeza, transitando pela decepção, oscilando entre as cobranças em ser eu mesma e as cobranças pra simplesmente relaxar e viver a vida (Uma vida resumida em cobranças rsrs).

Acredito que é por isso que tento me manter próxima de pessoas que gostam de mim como eu sou, que não julgam minhas ações (pois eu já faço isso com uma intensidade suficiente) e que me deixam confortável pra ser essa cabeça invariavelmente confusa, já que é dessa forma que eu evoluo: através do amor e da aceitação. Um passo de cada vez.

Por agora vou vivendo com esse aprendizado: Me mantendo perto de quem me respeita (no mais amplo sentido da palavra) e me ama como eu sou.
Isso me permite ser cada dia melhor.

(Obs: Escrever pra mim é terapêutico, então me deixa. Obrigada, de nada.)

Arredores de Amsterdã

Amsterdã tem uma diversidade cultural linda de se ver e num passeio de um dia é possível conferir mais de perto alguns pontos bastante típicos desse país incrível.

Embarcamos num tour para Volendam a fim de conferir de perto as tradicionais fábricas de queijo e de tamancos além dos centenários moinhos de vento, abertos à visitação turística.

O passeio que contratamos foi o “Countryside & Windmills”, que nos levou primeiro aos moinhos de vento em Zaandam, onde pudemos ver de perto a extração de óleo de linhaça através da moagem dos grãos; A estrutura conservada dos moinhos impressiona e muitos deles estão em pleno funcionamento até hoje!

Outra parada foi em uma fábrica de queijo, com direito à palestra (em inglês) e degustação de todas as variedades deles, inclusive com geléias MARAVILHOSAS (só de lembrar dá água na boca). A Cheesse Factory é uma gracinha, parece uma casinha de bonecas, linda e coloridinha, como praticamente tudo naquela localidade.

A fim de conferir de perto os tradicionais tamancos de Amsterdã o passeio incluiu visita à uma fábrica, com mini-palestra-show-explicação super bem humorada sobre como são fabricados esses calçados que ainda hoje são usados em algumas regiões devido ao solo hiper úmido da Holanda. Eu não falo inglês (só entendo um pouquinho) mas consegui compreender em vários momentos o humor do cidadão, então, se você fala inglês será diversão garantida.

Paramos para comer no mercado de Marken, uma coisa mais linda que a outra, cada waffel minha gente, de comer rezando! Sério! Não teria como descrever todas as gostosuras, eu queria ter dois estômagos pra provar um pouquinho de cada.

No caminho, antes e depois passamos por várias casinhas típicas lindaaas, é uma verdadeira viagem através do tempo e da história… Eu, que vivo fantasiando e sonhando acordada me senti num romance sem fim, rindo boba e à toa, encantada com cada detalhe.

O passeio vale muito a pena, mas uma dica valiosa: se puder faça em um dia SEM chuva.

Pensamos ser uma boa opção para aproveitar um dia chuvoso em que queríamos ter alugado bikes, mas a verdade é que parte do tempo é necessário caminhar ao ar livre: para ver os moinhos, pelas ruas para chegar às fábricas e no mercado de Marken. Acabamos comprando capas de chuva para amenizar, mas tenho certeza que teríamos aproveitado muito mais com tempo seco.

 

Coloque Amsterdã no topo da sua wishlist de viagem, tenho certeza que não se arrependerá!

 

Por Mariely Alves.

Vem ver fotinhos aqui no Inxxxta!

 

 

Um pouquinho de Dublin

Irlanda é a capital mundial dos Pub’s – não é à toa.

Em Dublin existem muuuitos Pubs incríveis, um mais original, criativo e diferentão que o outro, nos quais você pode se deliciar com as mais diversas cervejas além da tradicionalíssima Guinness.

Dizem que a vendida no Brasil, talvez pelo transporte, tempo, algo assim, não é boa. Particularmente não posso opinar pois provei a Guinness pela primeira vez na capital Irlandesa e me apaixonei!

Os Pub’s são um espetáculo à parte: O primeiro lugar que visitei em Dublin foi o  “The Church. Sim, dá pra contar pra sua mãe que você chegou na Irlanda e logo procurou “A Igreja”. É uma antiga igreja transformada em um dos melhores Pubs da cidade, com a arquitetura original mantida, é uma experiência que vale a pena pra quem visita a cidade. O local é animadíssimo (aliás, todos os pubs que passei eram assim, parece que as pessoas realmente se divertem todos os dias por lá)  e funciona também durante o dia como café.

No dia seguinte, a poucos quilômetros de Dublin, em Howth, visitamos o local onde fica o Bailey Farol – é possível fazer uma trilha pelos cliffs no local em que a paisagem é incrível e de quebra almoçar Fish and Chips ou qualquer outra delícia no mercado de Howth bem pertinho dali.

A Trinity Library, biblioteca do Trinity College – considerada uma das mais deslumbrantes do mundo no quesito arquitetura e design é realmente lindíssima. O complexo Trinity College é diferente, tem alguns pontos curiosos, além de bonito e bem conservado – vale a pena conferir de perto.

O Sainth Stephen’s Green Park é um local bem gostoso pra passear caminhando em meio a natureza, também um dos pontos que visitamos. Tem um lago bonito e no dia havia pombos. Muitos pombos. Milhares de pombos. hahahaha. Caminhando pelas proximidades vimos várias casinhas fofas, tudo com muito verde, muito natureza, foi um dos lugares que eu mais gostei depois de Howth.

 

Pra fechar a primeira fase de Dublin, tivemos uma surpresa TOP, incrível e totalmente inesperada (pelo menos pra mim!): visitamos o Facebook! ALOKA do Facebook aqui AMOU. Essa história ainda vai render um post próprio, em breve.

Por enquanto, dá um confere lá no insta que eu vou postar várias fotinhos desse capítulo Irlanda da última viagem 🙂

 

www.Instagram.com/sdeviagens

 
Se você conhece ou alimenta o sonho de conhecer algum desses lugares, me conta aí ❤

 

Beijos e até logo!

 

Por Mariely Alves

Nunca as mesmas memórias

Para uma experiência mindful, você precisa desligar de tudo e ler esse post ouvindo essa música:

 

– Dom de Viver – Uniclãs

 

Quando acordei hoje, após tomar banho, arrumar o cabelo e me vestir para o trabalho, olhei com um pouco mais de atenção no espelho e percebi que estava usando a mesma blusa da foto que postei ontem aqui, sobre o aniversário de 2 anos da minha viagem ao Chile.

Olhei de novo…. E de novo… Percebi que a blusa está ainda em ótimo estado e por isso eu a uso para o trabalho.

Ri quando lembrei que há 3 anos comprei ela num brechó por uns R$15, no máximo; Ou seja, antes de eu usá-la por esse período, alguém tinha usado por sabe-se-lá quanto tempo.

Daí veio a reflexão do dia (me deixa, estou inspirada) :p

No mundo em que vivemos (onde cada mergulho é um flash, cada passo e cada espelho um selfie, o consumismo desenfreado estampado em cada esquina), muitas pessoas reforçam a escravidão pela aparência e abrem mão do que realmente importa a fim de atender modismos e tendências buscando sentirem-se valorizadas pelo que parecem ser.

Eu mesma cansei de ser pressionada a atender um padrão de aparência, ostentar roupas, calçados e acessórios sempre novos e diferentes pra me sentir parte de um grupo. A pressão não deixou de existir,  mas agora, depois de entender que na minha essência o que é importante pra mim de verdade é o lado de dentro ❤ eu dificilmente cedo.

E, se pra fazer parte de algum grupo ou alguma coisa eu preciso abrir mão da minha essência, eu abro mão desse “fazer parte” e busco me conectar com pessoas que tenham valores mais parecidos com os meus.

Quero deixar claro que isso aqui não é uma apologia à pobreza nem ao pensamento de escassez; Tem muito mais a ver com abundância, na realidade. O desapego (das coisas que não tem grande relevância na vida da gente)  é libertador, é liberdade. Quando a gente passa a entender os nossos próprios valores, a aceitar nossa essência, ver as coisas do tamanho que elas realmente são, a abundância passa a reinar em nossas vidas.

Focar no que de fato é importante pra gente (e pra cada serumaninho é diferente), faz com que o restante tenha a sua irrelevância confirmada e considerada.

E o que é essencial pra mim, identificado num trechinho da música (se você não ouviu, VOLTE e aperte o play), é que não importa que sejam sempre as mesmas roupas desde que nunca sejam as mesmas MEMÓRIAS nem HISTÓRIAS.

 

Vamos por novas memórias (e histórias)!

 

😉

 

Por Mariely Alves

 

 

 

Aniversário de renascimento

Em abril, 2 anos se completam da viagem que abriu minha mente e mudou definitivamente minha vida.
A menina com sorriso contido finalmente foi embora e voltou a transbordar dentro de mim o ser destemido, cheio de sonhos, coragem e força para realização. 
Foi depois de me aventurar sozinha pelo Chile que senti estar transbordando novamente: transbordando alegria, felicidade e realização. 
Sentimentos únicos, sensação de bem estar e plenitude que há tempos não vivia.
Desde então, não tem sido fácil manter  o foco nesse ideal de plenitude pra vida: Muitos altos e baixos, imprevistos, curvas e buracos na estrada… Mas vou caminhando, ultrapassando cada um, um de cada vez.
Me esforço dia após dia pra ser uma melhor profissional, filha, neta, irmã, prima, amiga, uma PESSOA melhor, dentro das minhas possibilidades dou meu melhor e, principalmente: por mim e pra mim.
Acredito que o mais importante desde então, é o aprendizado que esse momento me trouxe, pra sempre, pra vida: SER EU MESMA e não aceitar menos do que acredito que mereça e seja capaz.

E vamos lá! 

Follow your dreams ❤

💪💪💪
Por Mariely Alves.

Rapidinha em Buenos Aires

Eu já contei um pouquinho aqui  sobre um dos lugares incríveis que tive o privilégio de conhecer: O Fim do Mundo: Ushuaia, Argentina.

O que eu ainda não contei foi sobre a minha rapidinha em Buenos Aires 😀 Continue lendo “Rapidinha em Buenos Aires”

Minha querida Mariely

Pessoas como você me inspiram a continuar na busca, incansavelmente. ❤

O QUE TE MOVE ?

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Com Mariely posso ser quem sou, não preciso de disfarces, Mariely me deixa tão a vontade que quase consigo voar, ela não se importa com minhas tatuagens e meu jeito ardente de falar sobre os assuntos mais banais ou mais loucos, Mariely é dessas pessoas intensas sabe? Ela ouve todas as minhas histórias, opiniões e teorias por horas, e sem reclamar rsrs, já me viu chorar, rir até chorar, já me viu incrivelmente feliz e indiscutivelmente destruída. Veja bem, com quantas pessoas hoje você pode sentar e falar sobre qualquer assunto sem medo? De julgamentos, cara feia, sem medo de levar um dedo na cara, ou ouvir um, ” eu te avisei”, falar sem pudor, sem preconceitos, sem rancor, ter alguém simplesmente para conversar sobre tudo, com quantas pessoas você hoje, pode despir sua alma?

Você tem alguém em quem confiar? Alguém que te aceite do jeito que você é? Alguém…

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