Couchsurfing – the beginning

Hããã? Que isso?

Foi mais ou menos essa a minha reação quando li o termo pela primeira vez.

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Couchsurfing pra mim foi uma das melhores descobertas desse ano de 2015 – óbvio que já existia há mais tempo oficialmente e há mais tempo ainda informalmente e sob outras denominações, MAS, a titia aqui só se atualizou esse ano sobre a existência dessa incrível comunidade de mútua ajuda aos viajantes. Pra quem gosta de conceitos, dá uma espiada aqui na Wikipedia: O negócio é tão bom que tem até missão, gente: coisa que muita empresa na minha cidade não tem!  rsrs

Eu li e ouvi falar bastante de couchsurfing desde o início do ano, porém, tinha um pouco de medo de pedir abrigo em casas de pessoas estranhas e ainda mais de oferecer a minha casa para viajantes. O que me motivou a finalmente me cadastrar no site(eu estava adiando pra hora que realmente fosse colocar o pé na estrada) foi o depoimento pessoal de um amigo que vivenciou o couchsurfing em sua viagem de quase 1 ano de bike pelo litoral brasileiro e teve muitas ótimas experiências com a comunidade de pessoas que oferecem seus sofás around the world ou no caso dele por todo o Brasil.

Me cadastrei no couchsurfing apenas algumas semanas antes da primeira viagem de carona, mas, juro: ainda não sabia que ia viajar de carona! O cadastro é super fácil, você cria um perfil e as pessoas te analisam pelos dados que você informa lá, por isso deve ser o mais transparente possível quanto ao preenchimento dos dados, logo a pessoa vai te receber pessoalmente e comprovar tudo que foi descrito.

Importante é que você não precisa necessariamente abrir sua casa a viajantes para poder solicitar hospedagem e vice versa. Uma coisa não exclui a outra, você pode usar o site somente para solicitar sofás ou somente para oferecer, mas a troca de experiências é tão gratificante que você não vai resistir! 😉

Meu primeiro couchsurfing foi em Porto Alegre-RS, com uma menina incrível chamada Alice (que é o mesmo nome da minha prima que eu estava indo visitar, então, era um sinal! Kkk). Fiquei muito feliz de ela ter aceitado a minha solicitação, pois como era minha primeira experiência ainda não tinha avaliações no meu perfil, só a minha carinha de anjo pra convencer a hospitaleira dançarina de tecido.

Ela já estava recebendo uma alemã (que viajava sozinha, sem falar português, de vinte e poucos anos – a corajosa!) então a troca de experiências foi sensacional, eu conversei com a alemã em “espanhol” que ela entendia bem, dei umas arranhadas no inglês com as duas e foi uma noite divertidíssima! Inclusive nos juntamos ao pai e à irmã da Alice para comer pizza e ver filme, foi tão legal, não dá pra descrever tudo, ficariam milhões de caracteres falando sobre isso.

A recepção ótima no meu primeiro couchsurfing me motivou a alterar o meu perfil para receber viajantes e o primeiro couchsurfer recebi final de semana: um biker argentino chamado Nico, que saiu desde o Uruguai e tem como objetivo chegar até o México, passando por vários lugares do nosso lindo Brasil, e detalhe: Ele não pedalava, gentem! Claro que sabia andar de bike, mas não ficou treinando pra viajar, simplesmente resolveu comprar a magrela e viajar, adquirindo a prática do pedal no caminho. Ele posta sobre as aventuras nessa página do Facebook, mas VIVE A VIAGEM mais do que atualiza a página. 🙂

Resumindo, o couchsurfing parece um bicho-de-sete-cabeças, mas não é. Trata-se de uma troca de experiências incrível, ligando pessoas e lugares internacionalmente, criando permutas educacionais, fomentando a consciência coletiva e espalhando tolerância e entendimento cultural pelo mundo.

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